11Dez
2015
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BH! 012

Os séculos XVII e XVIII

No Ocidente, a arte de fazer arranjos florais foi pela primeira vez registada no século XVII, quando os Holandeses, nomeadamente, pintaram magníficos e informais arranjos de flores, folhagens, frutos e vegetais. Tais efeitos podem ser hoje recriados, utilizando uma grande mistura de flores de cores e perfumes variados, combinadas com belos frutos, tais como ananases, romãs, amoras e maçãs silvestres, e vegetais com formas interessantes, como a couve, o repolho, os feijões ou as malaguetas.

No século XVIII, muitas olarias produziram vasos para flores, bem como loiça de mesa. Durante este período, os fabricantes de recipientes para flores mais conhecidos são Wedgwood e Sèvres. Os arranjos costumavam ser utilizados para decorar as casas de famílias abastadas e da aristocracia. Os vasos de flores assentavam sobre os recém-introduzidos consolos de lareira e, no Verão, colocava-se um vaso de flores dentro da lareira, sobre a fornalha. Os arranjos eram também dispostos sobre mesas, no centro das salas.

Na Grã-Bretanha, as flores mais populares no Verão eram a rosa, o cravo, os lírios, as peónias, os delfínios, os acónitos e a malva-da-índia. Embora nesta altura o crisântemo tivesse sido trazido da China para o Ocidente, só um século mais tarde é que se tornou numa flor apreciada e foi utilizado para decorar a casa em todos os tipos de arranjos florais.

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